16 de novembro de 2014

Procura-se um marido, Carina Rissi


Alicia é a protagonista da vez; ela tem vinte e quatro anos e perdeu os pais quando tinha cinco anos de idade em um atentado terrorista. Desde então ela vive com o seu avô, Narciso  que, além de empresário, é multimilionário.

Acontece que seu avô acaba falecendo repentinamente e Alicia fica, como é de se esperar, deprimida. E um pouco mais louca do que ela já era. Sabe por quê? Porque bem, parece que seu Narciso a excluiu do testamento, deixando-a apenas com um emprego vitalício em uma de suas empresas. Ele alegou que ela não tinha maturidade suficiente para administrar tal dinheiro e declarou que a herança, portanto, só será liberada quando ela estiver casada por um ano com um bom homem. 

Depois de ficar de saco cheio do trabalho, Alicia decide colocar um anúncio no jornal com o seguinte título: aluga-se um marido. Nele, ela estabelece os seus critérios e fala que o casamento tem que durar um ano e, quando o prazo chegar ao fim, o tal homem será recompensado generosamente.



A partir desse ponto a história se desenvolve loucamente, contanto com partes cômicas, dramáticas e desesperadoras. Além de todo o espírito das personagens, é claro.

Alicia é uma pessoa meio fora de si e que faz as coisas muitas vezes sem pensar, de forma que em determinadas partes do livro a leitura fica mais do que engraçada. Nunca havia lido nada da autora e acho que por não ter mergulhado de cabeça antes de começar a leitura, “Procura-se um marido” acabou me surpreendeu bastante. A leitura é leve e flui de uma forma maravilhosa, tendo conquistado, assim, o meu voto de confiança e a minha ânsia para ler os outros livros que a autora já publicou.

Editora: Verus
Páginas: 474
ISBN: 9788576861980

8 de novembro de 2014

Dando as caras novamente


Eu sei, mais uma vez, que errei com o blog. E eu já senti e ainda sinto as conseqüências desse erro. Contudo, antes tarde do que nunca, resolvi vir dar o ar das graças. Já me justifiquei milhões de vezes, mas tenho que voltar a dizer: o blog, o meu blog, não é um compromisso, é uma parte de mim. E quando essa parte de mim não corresponde aos meus convívios, ás minhas inspirações e aos meus gostos – além do meu pequeno tempo precioso – as postagens desaparecem.

Mas como tudo nessa vida, as coisas somem e logo reaparecem. Não posso prometer nada e nem prometerei, mas gostaria de recomeçar tudo novamente. Não, não do zero. Farei algumas mudanças, retirarei algumas coisas que não fazem mais parte do meu cotidiano e tentarei, sempre, fazer o possível para que o blog fique como antigamente. 

No mais, o meu recado é esse: espero que em breve tudo volte ao normal e espero conquistar a compreensão de vocês. No fundo, sei que fiz a coisa certa; se continuasse a postar, se não tirasse um tempo para mim, o blog se tornaria uma responsabilidade e por mais que ele seja uma, não queria chegar a tal ponto. Com o tempo aprendemos muitas coisas e posso afirmar, com toda a certeza, que esse tempo fora serviu tanto para o meu amadurecimento quanto para o surgimento de novas idéias e com isso, meus caros, surgiu a necessidade de mudança.