19 de julho de 2014

É hora de escutar música

Entre eternos devaneios e problemas que aparentam não ter solução ou entre lágrimas perdidas junto com a alma e sorrisos que aparentemente não tem sentido algum, é sempre hora de escutar música – seja ela qual for!

Digo isso porque diante da diversidade musical que encontramos hoje em dia, existem letras, gêneros, melodias e vozes que conseguem descrever nossos momentos. Não que há tempos atrás essa variedade não existisse, mas como não vivi durante os séculos passados – ou talvez eu apenas não me lembre – resolvi incluir o fato para os dias de hoje.

Porém, essa tal coisa chamada música, que magicamente consegue fazer com que transbordem emoções da gente, é algo pessoal, e que além de tudo depende de gostos. E para as pessoas esquisitas como eu, que para cada momento tem uma música diferente e que sente uma pontada de inveja quando uma pessoa também tem essa mesma música, para esse mesmo momento, pergunto-lhes uma coisa: é só eu que sinto uma raiva tremenda quando invadem meus arquivos musicais?


Oh, não... Não é que nas várias pastas de músicas exista algo que não pode ser visto, mas existe algo muito pessoal para ser visto – ou melhor, ouvido! Comigo, certas músicas são capazes de me teletransportar para momentos bons e ruins que eu vivi, vivo e ainda viverei na vida, portanto, quando alguém invade algo do tipo, sinto que estão me “roubando” parte desses momentos.

É, eu sei que parece loucura... Afinal, quem se apega tanto a uma música? Mas deixada esclarecida tal questão, para finalizar a postagem aqui ficam algumas músicas que, querendo ou não, fazem parte de certa parte da minha vida.




13 de julho de 2014

Pôr do Sol


Assim que pego, toco ou sequer penso em qualquer máquina fotográfica quero fotografar o céu, a Lua, as estrelas, as nuvens e todos os pássaros que voam sob esse infinito azul. Certo dia, num fim de tarde, notei uma luz estranha refletindo na janela do quarto e resolvi ver o que era. Pôr do Sol, é claro! Não hesitei, portanto, em pegar a câmera e registrar todas as cores que faziam contraste com aquele céu. O resultado, vocês podem conferir logo abaixo.



Ultimamente andei me perguntado por que raios eu gosto tanto de analisar o céu e todas as outras belezas que ele carrega – as estrelas, as nuvens, os pássaros – e acabar sempre tirando alguma foto. A resposta é simples: o céu parece ser infinito, as coisas que nele transitam parecem ser infinitas, a liberdade dos pássaros é infinita... O céu é infinito e entre tantos “infinitos” existe uma beleza sem tamanho.
























P.S: nenhuma das fotos sofreu qualquer edição – exceto, é claro, uma breve redução de tamanho.

P.S²: estou participando de uma batalha de fãs do blog Milk-shake de Morango, onde os que quisessem participar deveriam dizer de quem ou do que eram fãs e o motivo. Como achei a proposta bacana, resolvi participar e a minha resposta foi essa: “Sou fã das palavras e consequentemente dos livros, por que, por mais que existam palavras não tão bonitas assim, existe uma quantidade significativa de palavras que transmitem muito mais do que o que elas querem dizer... Sou fã das palavras por que de um modo totalmente incrível a junção de algumas letras simples formam frases totalmente expressivas, contextualizadas e que são capaz de nos levar a outro mundo. Um exemplo disso, inclusive, são os próprios livros; é de um jeito extraordinário que algumas páginas (sejam elas poucas ou não, o número acaba não importando tanto assim) nos levam a outro mundo; nos fazem sentir mil e umas sensações e faz com que a gente se identifique com cada pedacinho de uma obra literária... Enfim, sou fã das palavras por mil e um motivos, mas o principal deles é: simples letras unidas formam palavras maravilhosas que acabam atuando sob nós de uma maneira mágica!”

Agora está rolando uma votação entre essas respostas e gostaria de contar com a ajuda de vocês! O link da votação é esse e o post com as outras respostas está aqui. Um beijo!