28 de julho de 2014

Aquela velha coisa sem sentido...


O som da natureza
A calamidade do inverno
Oh, céu... Essa é a sua proeza?
E entre tantas coisas, você ainda se diz eterno...

O borbulhar dos pássaros
A fumaça saindo da chaminé
Danificando os objetos caros
E essa poesia sem sentido... Qual é!

Escrever versos até é fácil
E com as rimas o Google te ajuda
Mas o poema não é dócil
E as palavras não tem coerência...
Então resolvo pedir logo: Deus me acuda!
Isso é pior do que carência...

Voltarei a natureza
Clamando por sua alta beleza
Pois lhe garanto de que esse poema
Tinha um bom tema
Mas imprevistos acontecem

E as ideias um dia desaparecem...

19 de julho de 2014

É hora de escutar música

Entre eternos devaneios e problemas que aparentam não ter solução ou entre lágrimas perdidas junto com a alma e sorrisos que aparentemente não tem sentido algum, é sempre hora de escutar música – seja ela qual for!

Digo isso porque diante da diversidade musical que encontramos hoje em dia, existem letras, gêneros, melodias e vozes que conseguem descrever nossos momentos. Não que há tempos atrás essa variedade não existisse, mas como não vivi durante os séculos passados – ou talvez eu apenas não me lembre – resolvi incluir o fato para os dias de hoje.

Porém, essa tal coisa chamada música, que magicamente consegue fazer com que transbordem emoções da gente, é algo pessoal, e que além de tudo depende de gostos. E para as pessoas esquisitas como eu, que para cada momento tem uma música diferente e que sente uma pontada de inveja quando uma pessoa também tem essa mesma música, para esse mesmo momento, pergunto-lhes uma coisa: é só eu que sinto uma raiva tremenda quando invadem meus arquivos musicais?


Oh, não... Não é que nas várias pastas de músicas exista algo que não pode ser visto, mas existe algo muito pessoal para ser visto – ou melhor, ouvido! Comigo, certas músicas são capazes de me teletransportar para momentos bons e ruins que eu vivi, vivo e ainda viverei na vida, portanto, quando alguém invade algo do tipo, sinto que estão me “roubando” parte desses momentos.

É, eu sei que parece loucura... Afinal, quem se apega tanto a uma música? Mas deixada esclarecida tal questão, para finalizar a postagem aqui ficam algumas músicas que, querendo ou não, fazem parte de certa parte da minha vida.